Seu filho tem um ídolo? Será que isso é bom?

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A nossa identidade nunca está pronta, somos seres em construção. Não existe um dia em que acordamos e pá: uau! Hoje estou 100% Vanessa!  Na verdade, estamos sempre nos construindo, desconstruindo e nos reconstruindo! Mas na adolescência isso é mais intenso.

A fase entre 12 e 18 anos buscamos estar em grupo, queremos visibilidade e buscamos pessoas que nos inspiram. Pois isso é bom? E a resposta é óbvia: depende!

Quais são os valores que esses ídolos têm? Qual o nível de influência que ele está exercendo nos meus filhos? Esse comportamento eu aprovo? Incentivo?

É certo que os espaços vazios são os que são preenchidos… logo, quanto maior outras referências, mais saudáveis e afins com os valores dos pais, menos os ídolos teens terão importância.

Se para sentir-se pertencendo a um grupo seus filhos, passam a admirar algum astro pop, faz parte… mas são outros assuntos, repertórios variados, estímulos diversos que ampliam as possibilidades de encontros saudáveis: música, filme, livros, viagens, almoço de domingo e passeio no parque, criam elos e memórias felizes.

Por que não sermos nós mesmos a inspiração para nossos filhos? Por pais mais próximos e divertidos!

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