7 Dicas para Chegada do Segundo Filho

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Mamães!!! Ansiedade batendo na porta com a chegada de um segundinho ou segundinha? Fantasias e expectativas a mil por hora, unindo com a turbulência hormonal, preocupações em como administrar essa fase com trabalho, filho mais velho e futura rotina da casa?

Calma queridas!!! Dará tudo certo e se espelhem naquelas famílias grandes. É possível administrar tudo com leveza e tranquilidade. Lá vamos nós para essa realidade!

Divido com vocês olhares de uma mamãe de dois meninos, sendo um recém-nascido! Haja energia! Além de informá-las como psicóloga infantil e especialista em orientação a pais!

As 7 dicas em como administrar essa fase está dividida didaticamente em momentos ANTERIORES a chegada do baby, a CHEGADA propriamente dita e a fase POSTERIOR.

1. Trabalhar as FANTASIAS e EXPECTATIVAS com todos da família, inclusive com o filho mais velho: imaginar como será o baby, seus possíveis traços físicos de semelhanças e diferenças, buscar conteúdos de identificação com o mais velho e resgatar o nascimento do mesmo;

2. Exercitar verbalmente o momento da futura ida à maternidade com leitura de LIVROS. Isso tranquilizará a mamãe e ao mais velho, já que essa se ausentará por poucos dias. Sugestão de leitura: ”Nós agora somos quatro” – livro de Lilli L’Arronge, com imagens e poucos textos que viabiliza a mamãe contar o que desejar sobre a segunda gestação até o momento do nascimento do baby, conforme sua própria realidade! A paixão por esse livro aqui em casa foi tão grande que virou tema do quadro da maternidade;

3. Fortalecer o VÍNCULO do mais velho com outros familiares, como avós, primos, tios. Todos irão ajudar futuramente no entretenimento e acolhimento;

4. Na maternidade, mamãe deve RECEBER o mais velho sem estar com o baby no colo ou amamentando. Deve estar a postos para abraçá-lo e acolhê-lo;

5. A ideia de PRESENTEAR o baby com algo escolhido ou feito pelo mais mesmo é ótima. E já que dará um presente também irá receber um, caprichado, “dado” pelo baby;

6. Após a ida para casa, não centralizar os CUIDADOS e saber pedir AJUDA. A consciência das mudanças hormonais e a necessidade de um autocontrole para lidar com possível birra e ciúmes se fazem necessárias;

7. E por último, mas não menos importante, é o ato de GARANTIR momentos apenas com o mais velho, ou seja, algo de boa qualidade e não necessariamente quantidade, como: colocar para dormir, dar banho, contar histórias, ter contato físico de acolhimento. Aqui há a necessidade de estar por inteiro na relação, mesmo reconhecendo o dado de realidade de que será possível algumas atividades e não outras.

Assim, parceirinhas, me despeço desejando uma super boa sorte nessa empreitada e explicitando que, apesar de ser uma fase cansativa e de desgaste físico e emocional, é de um amor inexplicável e incalculável. Mergulhem nessa intensidade que a vida presenteia a nós, mamães!

Juliana Buchatsky Kruglensky | Psicóloga – CRP: 06/86329

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