Segundas, terceiras, quartas opiniões

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Existem vidas paralelas que os meus filhos teriam se eu não tivesse ouvido segundas opiniões de médicos em vários momentos de suas vidas…

Cirurgias desnecessárias, diagnósticos diferentes ou falta de, tratamentos mais prejudiciais, enfim, são milhões de diferenças que poderiam impactar o futuro deles.

O mesmo vale pra mim e outras pessoas que conheço. São tantas provas que eu tive na minha vida que segundas opiniões são essenciais que sempre que posso alerto outras mães sobre o assunto.

Qualquer decisão importante, seja um diagnóstico, cirurgia ou remédio de longo prazo, exige uma segunda opinião. Por mais que você confie no seu médico e faça sentido a primeira orientação, eu jamais deixaria de ouvir outras para ter certeza de que estou tomando a decisão a correta. E se mesmo com a segunda opinião eu me sentir insegura, busco a terceira, quarta, quinta, até me sentir segura e confortável com a decisão.

Informação é poder e quanto mais você tiver sobre a situação, mais preparada para tomar uma decisão você estará. Entenda melhor a questão do seu filho, não através do Dr. Google, mas converse com os médicos, tire dúvidas, leia artigos científicos, para que você possa fazer as PERGUNTAS CERTAS.

Confie também no seu conhecimento sobre o seu filho. Reações a remédios, sintomas ignorados que persistem e o histórico dele em geral. Tudo isso tem o seu valor e pode inclusive ajudar o médico a acertar no diagnóstico e tratamento.

A título de curiosidade, em um dos casos com a minha filha, fui ver 9 cardiologistas em uma única semana. Foi a nona opinião a que eu segui, que contradizia as 7 primeiras e que, graças a D’us, foi a correta.

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