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1) Vacine-se e vacine as crianças

Do dia 30 de abril ao dia 20 de maio, acontece na rede pública a campanha nacional de vacinação contra o H1N1. A mobilização é voltada aos grupos de risco e inclui mulheres grávidas e que acabaram de dar à luz e crianças entre seis meses e cinco anos. Também estão nessa lista: adultos com 60 anos ou mais, indígenas, portadores de doenças crônicas e pessoas privadas de liberdade ou que trabalham no sistema carcerário. Alguns estados, como São Paulo, anteciparam suas campanhas devido ao grande número de casos. Vale consultar a página da Secretaria da Saúde do seu estado para verificar as datas. A vacina também está disponível em clínicas particulares e os preços variam.

 

2) Lave as mãos com água e sabão

A higienização correta das mãos, com água e sabão, deve ser um hábito frequente, pois além de evitar a contaminação pelo H1N1, ainda previne a transmissão de várias outras doenças, como a diarreia. Se alguém for pegar ou brincar com o seu bebê, certifique-se de que a pessoa está com as mãos devidamente limpas. Se o seu filho já é maiorzinho, ensine-o desde pequeno a lavar as mãozinhas antes de comer.

 

3) Leve na bolsa um vidrinho de álcool gel e lencinhos descartáveis

Para as situações em que não há disponibilidade de água e sabão, o bom e velho álcool gel é a melhor maneira de higienizar as mãos. Lenços de papel também são super úteis para evitar a contaminação. Use-os para cobrir a boca quando for tossir ou espirrar e também para limpar o narizinho dos pequenos. Após o uso, descarte-os adequadamente.

 

4) Evite aglomerações

Nesse período de surto da doença, é importante evitar lugares muito cheios para reduzir as chances de contágio direto. Se o seu filho já vai para a escolinha, além de manter a carteira de vacinação em dia, verifique se todos os cuidados de higiene estão sendo tomados por lá.

 

5)  Higienize os brinquedos

Como a transmissão também se dá de forma indireta, é necessário dar atenção aos brinquedos, principalmente porque crianças pequenas têm o hábito de levar objetos à boca. Faça a limpeza com água e sabão. Certifique-se de que na escolinha isso também acontece.

 

Young woman having flu and blowing her nose at handkerchief

Young woman having flu and blowing her nose at handkerchief

 

 

6) Os sintomas apareceram? Não espere, procure um médico!

Fique atenta se você ou seu filho apresentarem febre alta, dor de cabeça, tosse, espirros, coriza, congestão nasal, dor de garganta, dores musculares, falta de ar, fraqueza, náuseas, vômitos e diarreia. O que diferencia a doença de uma gripe comum são as crises de insuficiência respiratória que podem ocorrer e que, se não forem tratadas com urgência, podem levar o paciente a óbito. Procure um médico para fazer o diagnóstico correto e siga a risca o tratamento indicado.

7) Por último, mas não menos importante: não se apavore!
Com a grande incidência de casos e várias notícias sendo veiculadas, é natural ficar preocupada, mas não se abale! Siga todas as dicas para evitar a contaminação e mantenha um estilo de vida saudável para você e seu pequeno.

Extraído do site Bebê Store

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