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Nunca se falou tanto de maternidade, os inúmeros livros, blogs e sites sobre o assunto denunciam: essa geração estuda como ser mãe!

Qual é o melhor parto? Livre demanda ou mamadas regradas? Fórmula ou peito? Chupeta? Mamadeira? Cama compartilhada? Nana neném? Enfim, são fórmulas e teorias para criar filhos mas ainda assim pouco se fala do papel do pai!

As mulheres dessa geração foram criadas para serem simplesmente perfeitas: profissionais competitivas, mães presentes, esposas parceiras and sexualmente dispostas! Enfim, seres multifuncionais…

Quando saem da maternidade, parecem possuir um chip implantado, têm todas as teorias sobre a melhor forma de trocar fralda e também o banho ideal…

Assim que o pai (ou qualquer outro) se aproxima, vem o discurso: não foi assim que aprendi! Nããããoo, cuidadooooo!

E o pai vai ficando ainda mais perdido diante daquele cenário que é novo para ambos… claro, que muitos que já não querem participar, aproveitam para se ausentar e achando conveniente terceirizam todas as funções para a mãe…

Mas o discurso dos últimos anos levanta a bandeira que é obrigação dos pais ajudarem na criação dos filhos.

Não concordo em absoluto com isso! Discordo veementemente! Os pais – figura masculina da família – não têm obrigação nenhuma de fazer tarefas da casa e dos filhos! Nenhuma!

O que eles têm é o enorme privilégio (!) de poder compartilhar desses momentos em família! Só lamento sobre aqueles que ainda não perceberam que é ao arrumar a criança para ir pra escola, que é ao dar banho, fazer a mamadeira e escovar os dentes dos pequenos, que os maiores segredos são compartilhados, que ali são formados os vínculos mais profundos e indestrutíveis!

Participar da rotina e da criação dos próprios filhos não é obrigação é o mais profundo e inalienável direito dos pais!

Que essa geração de homens descubra os nossos segredos e construa uma geração mais segura e feliz próxima dos pequenos!

Afinal, se não for divertido, não é sustentável!