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Eu não sou médica. Repito: eu não sou médica.

Tudo o que eu vou escrever aqui é baseado em pesquisas e artigos que tenho lido sobre o tema que achei interessante e resolvi compartilhar.

Quando surgiu o coronavirus e começamos a ficar muito tempo em casa, comecei a me preocupar com a falta de vitamina D, já que um dos melhores jeitos de adquirí-la é tomando sol. Também surgiram alguns artigos dizendo que, coincidência ou não, muitos pacientes internados tinham carência de vitamina D, que tem ligação com imunidade.

Depois também li que alguns médicos canadenses estavam estudando tratamentos com a combinação de zinco e quercetina, que mesmo antes da pandemia já era estudado como um anti viral natural.

A quercetina está presente nos seguintes alimentos: uva, pimentão, cerejas, maçã, cebola roxa, vinho (yeeees!), alcaparras.

Já o zinco está presente em sementes de linhaça, chocolate amrgo (yeees 2), gema de ovo, amendoim, castanha de caju.

Depois também acabei descobrindo que alguns hospitais de São Paulo estão tratando pacientes com covid com zinco, então não é algo tão absurdo pensar que algumas combinações de vitaminas podem deixar nosso corpo mais “forte” para combater vírus.

Também existem suplementos de todas essas vitaminas, inclusive em balinhas gummies para as crianças, mas obviamente, antes de comprar, consulte o seu médico ou pediatra se há necessidade.

De qualquer jeito, não custa nada caprichar na alimentação nesses tempos, priorizando alimentos que tenham essas vitaminas, além de probióticos que também comprovadamente ajudam com nossa imunidade em geral.