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Os cosméticos conscientes estão em alta. Aqueles que são feitos sem crueldade animal, com ingredientes naturais e/ou ingredientes orgânicos, se são veganos, sustentáveis, etc.

Cada um dos conceito citados acima, significa uma coisa. Uma marca vegana não necessariamente é cruelty free; as que são cruelty free não significa ser sustentável. E como saber o que cada uma é?

Analisando os selos de certificação que ela tem, já que para ter tais selos, é preciso provar a veracidade da afirmação em questão. Abaixo, coloquei os selos mais famosos encontrados nas marcas de cosméticos:

CRUELTY FREE: esses selos garantem que todos os ingredientes, assim como o produto final não foram testados em animais. As mais famosas são a americana Cruelty Free, a britânica Leaping Bunny e da australiana Not Tested on Animals.

VEGANO: garante que o produto é livre de matérias-primas de origem animal – que inclui substâncias produzidas por eles, como o leite e o mel. As mais conhecidas são Vegan (do PETA), Certified Vegan (da americana Vegan Action), a britânica Vegan Society e o brasileiro Vegano.

NATURAL: Os cosméticos naturais são os que não tem na composições substâncias como derivados de petróleo, silicone, parabeno, entre outros. São produtos com, no mínimo, 95% de ingredientes naturais, e o resto da porcentagem deve ser orgânico. E o que são considerados ingredientes naturais? Substâncias de origem vegetal, animal (exceto vertebrados), água e sais minerais e suas misturas.

ORGÂNICO: De acordo com a IBD (Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural), organização brasileira responsável por certificar produtos orgânicos e biodinâmicos, entram nessa categoria cosméticos que tenham no mínimo 95% de matérias-primas autenticadas como orgânicas e o resto da composição ser água e outras matérias-primas naturais. Alguns selos são o da IBD, o  ECOCERT e o NATRUE, e o USDA Organic.