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Se você já teve #covid19 pode ser que ache que nunca mais terá esse problema, especialmente se tiver uma sorologia IgG positivo.

Entretanto ainda não sabemos bem o comportamento desse vírus tão novo e tão intrigante.

Um novo estudo na China mostrou que pacientes recuperados da Covid-19 ainda podem estar vulneráveis a uma forma mutante do patógeno que vem se espalhando no mundo. Isso porque foram detectadas diversas mutações do vírus no decorrer da #pandemia. Especificamente, uma mutação conhecida como D614G, começou a se espalhar pela Europa no início de fevereiro e em maio era a cepa dominante em todo o mundo, apresentando 70% das amostras seqüenciadas na Europa e na América do Norte.

Os anticorpos encontrados em 3 pacientes que foram infectados com formas anteriores do vírus, falharam em neutralizar o vírus. Os pesquisadores então tentaram infectar as células hospedeiras com as cepas mutantes e normais. A eficiência de entrada do vírus mutante foi 2,4 vezes maior. Um estudo realizado pela equipe médica de inteligência artificial da IBM em abril, alertou que a mutação D614G poderia reduzir a eficácia dos programas de #vacinas direcionadas à proteína de pico do vírus. Esse dado irá exigir que o tratamento com anticorpos e o design da vacina tenham considerações adicionais para acomodar o D614G e outras mutações que podem afetar a imunogenicidade do vírus.

Esses dados são oriundos de laboratório e ainda iniciais. Não sabemos ao certo se “na vida real” seria assim. ENTRETANTO, estamos começando a ter dados sobre possibilidades de reinfecção.

Estamos todos cansados da #quarentena, mas precisamos manter as medidas de segurança individuais. A vida que volta aos poucos deve ser cercada dos novos cuidados. Mesmo para aqueles que já tiveram a infecção pelo COVID 19.